o baú mágico do meu pai

De bonitas memórias se constrói uma infância feliz. No tempo em que António foi criança – ainda nem o pai natal tinha sido inventado – eram os anjos que anunciavam a chegada de um chocolate, ao sapatinho, pela mão de um menino Jesus tão pobre como as gentes daquela aldeia.
Tal como hoje, também os pais do António alimentavam de magias momentos especiais que para sempre ficariam gravados na lembrança.
Nesta história, abrimos o baú da memória e viajamos pelo sonho menino de conduzir um comboio aonde a vontade o levasse, seguindo as pisadas de um pai feito herói.

texto Carlos Canhoto

ilustração grão de pó

Chancela Germinário

Canto Redondo Editora © 2020